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Antídodos Espíritas contra a Depressão e o Suicídio!
NOVO Considerando o medo

Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco


Coisa alguma se te afigure apavoradora.

 

A vida são as esperiências vitoriosas ou não, que te ensejem aquisições para o equilibrio e a sabedoria.

 

Não sofras, portanto, por antecipação, nem permitas que o fantasma do medo te perturbe o discernimento ante os cometimentos uteis, ou te assuste, gerando perturbação e receio injustificado.

 

Quando tememos algo, deixamo-nos dominar por forças desconhecidas da personalidade, que instalam lamentaveis processos de distonia nervosa, avançando para o desarranjo mental.

 

Os acontecimentos são conforme ocorrem e como tal devem ser enfrentados.

 

O medo avulta os contornos dos fatos, tornando-os falsos e exagerando-lhes a significação.

 

Predispõe mal, desgasta as forças e conduz a situação prejudicial sob qualquer aspecto se considere.

 

O que se teme, raramente ocorre como se espera, mesmo porque as interferencias Divinas sempre atenuam as dores, até quando não são solicitadas.

 

O medo invalida a ação benefica da prece, esparze pessimismo, precipita em abismos.

 

Um fato examinado sob a constrição do medo, descaracteriza-se, um conceito soa falso, um socorro não atinge com segurança.

 

A pessoa com medo, agride ou foge, exagera ou se exime da iniciativa feliz, torna-se dificil de ser ajudada e contamina, muitas vezes, outras menos robustas na convicção interna, desesperando-as, tambem.

 

O medo pode ser comparado a sombra que altera e dificulta a visão real.

 

Necessario combate-lo sistematicamente, continuamente.

 

Doenças, problemas, noticias, viagens, revoluções, o porvir não os temas.

 

Nunca serão conforme supões.

 

Uma atitude calma, ajuda a tomada de posição para qualquer ocorrencia aguardada ou que surge inesperadamente.

 

Não são piores umas enfermidades do que outras. Todas fazem sofrer, especialmente quando se as teme e não se encoraja a recebe-las com elevada posição de confiança em Deus.

 

Os problemas, constituem recursos de que a vida dispõe para selecionar os valores humanos, e eleger os verdadeiros dos falsos lutadores.

 

As noticias trazem informes que, sejam tragicos ou lenificadores, não modificam, senão, a estrutura de uma irrealidade que se está a viver.

 

As viagens tem o seu final, e recear acidentes, aguardá-los, exagerar providências, certamente não impedem que o homem seja bem ou mal sucedido.

 

As revoluções e guerras que alcançam bons e maus, estão em relação a violência do proprio homem que, vencido pelo egoísmo, explode em agressividade, graças aos sentimentos predominantes em a sua natureza animal.

 

Ninguem pode prever o imprevisto ou evadir-se a necessaria conjuntura carmica para o acerto com as leis superiores da evolução.

 

Prudência, sim, é medida acautelatoria e impostergável, para se evitar danos inecessarios.

 

Afinal, em face do medo, deve-se considerar que o pior que pode susceder a alguém, é advir a desencarnação. Se tal ocorrer, não há, ainda, porque temer, desde que morrer é viver.

 

O único cuidado que convém examinar, diz respeito a situação interior de cada um perante a consciencia, ao proximo, a vida e a Deus.

 

Em face disso, ao inves de sistematico cultivo do medo, uma disposição de trabalho arduo e intimorato, confiança em Deus, afim de enfrentar bem e ultimamente toda e qualquer coisa, fato, ocorrencia, desdita...

 

Entregate ao fervor do bem expulsa dalma as artimanhas da inferioridade espiritual. Faze luz íntima e os receios fundados baterão em retirada.

 

A responsabilidade dar-te-á motivos para preocupações, enquanto o medo minimizará as tuas propabilidades de exito.

Jesus, culminando a tarefa de construir no tibios corações humanos a ventura e a paz, açodado pelos famanazes da loucura em ambos os lados da vida, inocente e pulcro, não temeu nem se afligiu, ensinando como deve ser a atitude de todos nós, em relação ao que nos acontece e de que necessitamos para atingir a glorificação interior." (Mensagem extraida da obra "Leis Morais da Vida")

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